Bom dia! Terça-feira, 26 de setembro de 2017
MAIS AÇÕES

Conheça outros projetos desenvolvidos pelo Instituto Goio-En.

O projeto de Monitoramento das Interferências sobre as Populações Indígenas tem por finalidade informar à sociedade regional questões relativas aos povos indígenas no que se refere aos modos de convivência, de respeito mútuo, das diferenças culturais e do conhecimento das funções e realizações de cada um na construção dos processos de desenvolvimento.

Busca também fazer o monitoramento interinstitucional das interferências sobre as terras e populações indígenas, promover a divulgação de informações e de conhecimentos específicos para a configuração de relações de tolerância interétnica entre as pessoas envolvidas na construção dos empreendimentos hídricos, das comunidades indígenas e das comunidades não-indígenas da região.

Do mesmo modo, são possibilitadas discussões e encaminhamentos relativos à educação, saúde, meio ambiente, documentação e memória, demografia e orientação para a manutenção da infraestrutura necessária à proteção e à permanência dos Kaingang e Guarani em terras indígenas.

Promover a divulgação de informações e de conhecimentos específicos, condições para a configuração de relações de tolerância, respeito e mútua compreensão inter-étnica entre as comunidades indígenas e as comunidades não-indígenas da região.

Monitorar os possíveis efeitos sócio-culturais ocasionados pela construção de Usinas Hidrelétricas nas diferentes dimensões da vida social das comunidades indígenas com o objetivo de garantir suas formas de bem-estar cultural coletivas e individuais.

Capacitação para promover a higidez física dos indígenas.

Possibilitar capacitações de resguardo à língua materna por meio de ensino bilíngue, bem como à construção de material didático.

Integração ao programa de Educação Ambiental, criação, elaboração e desenvolvimento de projetos de preservação ambiental.

Resguardar a memória dos povos, por meio da documentação histórica, audiovisual e cultura material.

Apresentar alternativas para o planejamento populacional e sobrevivência dos indígenas.

Orientar para a manutenção da infraestrutura necessária à proteção e à permanência dos Kaingang e Guarani em terras indígenas.

Ações educacionais e de pesquisa

Integração ao programa de Educação Ambiental;

Capacitações sobre as temáticas: saúde; preservação e recuperação dos recursos naturais; ensino bilíngue e valorização da língua materna; construção de material didático;


Registro da memória dos povos, por meio da documentação histórica, audiovisual e cultura material.


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Comemoração Dia do Índio


Ações ambientais

Diagnóstico e orientação para construção de viveiros para piscicultura em terras indígenas;

Acompanhamento e avaliação da integração dos indígenas nos processos de desmatamento e limpeza do reservatório e aproveitamento da madeira extraída;

Implantação de horta comunitária e viveiro agroecológico.


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Toldo Chimbangue

Ações de monitoramento

Realização de reuniões temáticas com a presença de autoridades e lideranças indígenas;

Formação continuada no interior das Terras Indígenas para professores.


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Terra Indígena Xapecó

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Terra Indígena Xapecó

Dentre as ações, ocorreram reuniões com a FUNAI, levantamento de obras acadêmicas relacionadas a indígenas, gravações de reuniões com lideranças, atividades culturais, além de registros audiovisuais.

Também houveram cursos de Educação Continuada para professores indígenas, alunos universitários e lideranças. A educação continuada é desenvolvida na perspectiva intercultural, com ênfase na Etnociência e Etnomatemática, por solicitação da maioria das comunidades indígenas envolvidas. O projeto também presta atendimento a todos os alunos indígenas universitários da região, com orientações e encaminhamentos mais específicos.

Outra ação realizada na Terra Indígena Serrinha (RS), e que no ano de 2011 terá a implementação efetiva em todas as TIs, são as atividades em conjunto com o Ponto Cultural para o desenvolvimento de projetos em parceria com o Ministério da Cultura, pois o coordenador do projeto foi indicado como membro da equipe do Ponto Cultural.

Através do PEC (Programa-Escola-Comunidade) são coletados dados que contribuirão para o resgate da memória dos povos Kaingang e Guarani da região por meio da documentação histórica e audiovisual.

Ocorreram também diversas reuniões com lideranças indígenas, FUNAI de Chapecó e Passo Fundo, atividades integradas com a área de Educação Ambiental do Instituto Goio-En e participação na construção de Horta Comunitária na TI Condá. Além disso, foram promovidas palestras para a comunidade não indígena objetivando a divulgação de informações e de conhecimentos específicos para a construção de relações de tolerância, respeito e mútua compreensão inter-étnica entre as comunidades indígenas e as comunidades não-indígenas da região.

Está em desenvolvimento na TI Condá, em parceria com a comunidade e com pesquisador bolsista indígena, um projeto que visa melhorar as condições ambientais, com enfoque nas questões relacionadas a produção e acumulação de lixo. Após a análise dos dados coletados, serão realizadas palestras para a comunidade escolar e famílias bem como mutirões para melhorarias do meio ambiente.

Até meados de dezembro de 2010 foram envolvidos, com palestras, atividades lúdicas, orientações de saúde e de educação ambiental, 33 escolas indígenas, além de muitas escolas não-indígenas.

Outro aspecto relevante é a motivação para formação do ensino superior, além de orientações técnicas e pedagógicas para elaboração de projetos para oferta do ensino médio e superior, principalmente no estado do Rio Grande do Sul.

Além da formação continuada, monitoramento das interferências sobre as populações indígenas da região o projeto conta com a participação de um colaborador indígena para orientações quanto à legislação e dos direitos e deveres indígenas. 

Também foram desenvolvidas no período: aulas, palestras, atividades para todos os alunos da Unochapecó, procedentes de toda a mesorregião Grande Fronteira do Mercosul, totalizando aproximadamente oito mil estudantes. A objetivo foi atender a Lei Federal 10.639/03 implementada em maio de 2008, que orienta para a obrigatoriedade do ensino afro-ameríndios nas escolas e universidades.

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